ESPELEOSOFIAS: NOVAS E ANTIGAS MANEIRAS DE PENSAR (N) AS CAVERNAS
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Autor : FEITOSA, CHARLES
Editora : EDITORA NOS
Páginas : 96
Edição : 1 - 2025
Ano : 2025
Origem : NACIONAL
Encadernação : BROCHURA
Dimensões : 21 x 12.5 x 1
ISBN : 9786585832625
Situação : Sob Encomenda
Data de lançamento : 16/07/2025
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Coordenada por Marcia Tiburi, a coleção Pop Filosofia se destina a apresentar novos conceitos no campo da filosofia (e das ciências humanas em geral), à qual o filósofo francês Giles Deleuze chamou de "Pop filosofia". Segundo Deleuze, "conceitos sa~o como sons, cores ou imagens, sa~o intensidades que convém ou não, que passam ou não passam. Pop Filosofia". A filosofia pop se refere a "intensidades", às coisas que nos afetam: o cotidiano, acontecimentos e conteúdos que historicamente são negligenciados pela filosofia acadêmica, afeita à certa ideia de filosofia enquanto repetição da história das ideias. No entanto, não se trata de uma ideia de filosofia "popular", uma simplificação. Ao contrário, a Pop Filosofia diz respeito à capacidade de criar conceitos no mesmo sentido em que Andy Warhol "transfigurou" o lugar-comum com sua pop art. A filosofia pop, portanto, trata de outra forma de ver e de mostrar. A filosofia acadêmica tem uma importância fundamental, isso está claro, mas pode tornar-se rígida e impedir o avanço da própria filosofia e, sobretudo, de seu alcance, tendo em vista uma sociedade de jogos de linguagem dinâmicos. Por isso, a Pop Filosofia também é um desafio. Trata-se de um projeto que envolve a perspectiva da "filosofia criativa", na qual os autores convidados são desafiados em sua liberdade, propondo novas leituras e até mesmo novos conceitos. Neste volume, Charles Feitosa lança mão do neologismo "espeleosofias", que significa, literalmente, "sabedorias das cavernas", para pensar novas formas de olhar para o mito da caverna de Platão, um clichê teórico que, como todo clichê, teve suas potencialidades implodidas com o passar do tempo. Neste projeto de revisão do mito, das suas referências clássicas até as suas retomadas pela cultura pop, como no filme Matrix, o autor propõe pensarmos espaços de "cavernas-encruzilhadas", onde saberes díspares podem se atravessar.
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