NEM SEMPRE O DANÚBIO É AZUL: QUAL DESTINO PARA O INFANTIL NO TEMPO DAS FUNÇÕES PARENTAIS TERCEIRIZADAS?
(0)
Autor : MENDONÇA, LEILA GUIMARÃES LOBO DE
Editora : APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA
Páginas : 267
Edição : 1 - 2025
Ano : 2025
Origem : NACIONAL
Encadernação : BROCHURA
Dimensões : 16 x 23 x 2
ISBN : 9786525076157
Situação : Sob Encomenda
Data de lançamento : 12/06/2025
R$ 75,00
R$ 60,00
Economize 20%
Produto esgotado
Preencha os campos para ser avisado assim que o produto voltar ao estoque!
Consulte o frete
O livro Nem sempre o Danúbio é azul: qual destino para o infantil no tempo das funções parentais terceirizadas? serve-se dos mestres da psicanálise, de autores psicanalistas e de autores de outros campos do saber para apresentar a ideia de que a criança elevada à condição de majestade foi gerada pela modernidade em função de seu contexto histórico, em que ela foi considerada a peça fundamental para a realização de seu projeto. Para tal, houve uma supervalorização da criança e, consequentemente, um maciço investimento, tanto do espaço familiar quanto do social, sobre ela. Por sua vez, o mundo contemporâneo gerou "a criança mal-acolhida", visto haver um esvaziamento no que diz respeito às funções primordiais, já que foram terceirizadas em nome de um contexto sociopolítico-econômico que, movido pelo imperativo econômico e pautado na lógica do capitalismo neoliberal, esmaga todo e qualquer valor que alimente a alma de vida. Assim, por compreender que as transformações ocorridas na esfera sociopolítico-econômica do mundo ocidental a partir das últimas décadas do século passado abalaram a organização até então existente, afetando a constituição do corpo subjetivo e, dessa forma, causando outra ordem de sofrimento psíquico, a pesquisa que compõe este livro propõe investigar o destino do infantil no mundo contemporâneo, visto que as funções parentais, que possibilitam o processo de subjetivação, sofreram um esgarçamento. Por efeito, a prática medicamentosa, como indicação prioritária das intervenções médico-psiquiátricas, que parece perpetuar a condição da criança como mal-acolhida nos primórdios de sua vida, representa a ausência de reconhecimento dos operadores sociais e políticos daquela enquanto sujeito. Assim, a formulação ferencziana sobre a criança mal-acolhida e o desmentido ocupa neste livro um lugar fundamental.
9786525076157
Nota 0 / 5
5 estrelas
4 estrelas
3 estrelas
2 estrelas
1 estrelas






