Thelonious Monk! Uma revolução musical na alma
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Autor : Daoudi: Youssef
Editora : DARKSIDEBOOKS
Páginas : 352
Edição : 1 - 2024
Ano : 2024
Origem : NACIONAL
Encadernação : CAPA DURA
Dimensões : 16 x 3 x 23
ISBN : 9786555983999
Situação : Disponível
Data de lançamento : 27/08/2024
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O gênio e uma amizade que transformaram o jazz e a música para sempre Uma história fascinante, um relacionamento único que impulsionou um dos maiores gênios do jazz. Ele é Thelonious Sphere Monk, o pianista que revolucionou o jazz e o bebop. Ela é Kathleen Annie Pannonica de Koenigswarter, uma baronesa de espírito livre, algo no mínimo curioso para quem nasceu na aristocrata família Rothschild. Tendo como pano de fundo a Nova York durante o apogeu do jazz, entre os anos 1940 e 1960, Thelonious Monk! Uma Revolução Musical na Alma explora a rara alquimia entre dois seres brilhantes, separados por um oceano de status social, raça e cultura, mas unidos por um amor infinito pela música. A graphic novel de Youssef Daoudi chega ao Brasil dentro da DarkSide Records, nova coleção da DarkSide® Books, e capta de forma admirável a vida do “Supremo Sacerdote do Bop”. O traço espontâneo e evocativo de Daoudi — utilizando o preto e o branco, além de um tom de sépia — se inspira no improviso do jazz para dançar com as imagens e palavras e tornar visível para os leitores a alma desta revolução musical que transformou o jazz e a música para sempre. Longe de ser somente uma biografia ou uma história em quadrinhos, Daoudi viaja no tempo e no espaço para homenagear Monk, sem deixar de abordar os momentos delicados pelo qual o música atravessa, seja em relação à sua saúde e à personalidade excêntrica, ou ao racismo estrutural do qual os Estados Unidos não se livraram até hoje. Pannonica, Nica ou simplesmente a Baronesa era uma apaixonada pelo jazz, que largou a aristocracia para viver na efervescente Nova York em que o bebop se desenvolvia e se tornou muito mais que uma mecenas, uma protetora e admiradora dos icônicos músicos que revolucionaram o gênero, como Charlie Parker e Art Blakey. Mas foi a amizade com Monk — desde 1954, quando assiste a uma apresentação sua em Paris, até o fim de sua vida, em 1982 — a mais profunda, e fundamental para que o artista pudesse seguir criando com liberdade e se apresentando, enquanto o ajudava financeiramente, arranjava shows e turnês e cuidava da sua carreira.&
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